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a Magnificência da Sessão Paradoxal

Só no sono que sou tua, nua, crua
Lua mansa descansa
sob o perímetro biológico do corpo.

Somente a semente do sonho na mente
que desafia a gravidade ou a relevância
de um sonoro "boa noite".

Dorme bem e quente. Quem te explica a calma
não sabe o que diz:
É Paz pros amantes
e jaz no infeliz.

Comentários

  1. Caraca Nina, q bacana os dois paradoxos!!Guarde-os pra sempre que eles valem ouro!Do querer e do estar vc conseguiu escrever de forma esplêndida!

    Parabéns!

    Denis J.H.

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  2. Gosto de paradoxos bem elaborados.
    E eu vou postando Os Cantares para a Rainha.
    Adorei a propaganda. Voltarei.
    Beijo

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  3. isso é um comentário. <3
    claire.

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  4. e esses dois também
    só que quando os vi a primeira vez tava com preguicinha, rs

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às vezes o coração que dorme levanta escala a garganta coas garra afiada e sai pela boca e eu não digo nada e me chamam de louca eu fico calada os calo na mão, a garganta inflamada, a má dicção, a fala embolada às vezes eu acho que fico engasgada com tanta emoção que encontro a troco de nada eu não sei se tô louca e se louca é ruim eu tô rouca de voz e tô fora de mim mas às vezes é certo sentir-se acuada que é tanto estilhaço que surge na estrada vou catando graveto com a mão e poeira com a sola do pé e um dia ainda dirão que o sujeito mais são é o louco que anda com fé

transa

estranhe-se não estrague-me a mão graveto de estrada de chão expurgue-se abuse-me então emane sertão engano ser vão ser til ser trema sermão apresse a prece, pagão o modo de produção a grosso modo: o osso morde o cão o quatro a roda a tração me prova (o trânsito na contramão) me prende (polícia come ladrão) metralha- me traia me transa com a mão me entrega um tu és que eu te dou um te são.

sem as mãos

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